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O presidente da SGB denuncia os "trabalhos de 1.000 francos" BERNA. (05.10.05) Paul Rechsteiner, o presidente da Federação do Sindicatos da Suiça (SGB) qualificou os denominados "trabalhos de 1.000 francos" como um atentado contra a dignidade humana. A proposta avaliada pelo diretor da patronal, Peter Hasler, parece que não há obtido muito respaldo entre os círculos sindicais da Suiça. Em umas declarações no jornal "Neuen Zürcher Zeitung" Peter Hasler, se mostra a favor dos trabalhos com um saldo parcial. Uma proposta que saiu da conselheira social dos Verdes de Zurique, Monika Stocker. Com este modelo de trabalhos a cidade de Zurique pretende integrar progressivamente aos perceptores das ajudas no mercado de trabalho. Os participantes no programa recebem, segundo o grau de produtividade, entre 1.600 e 3.200 francos e 1.000 francos deste saldo correr a cargo da administração local. "Estou contra de que um trabalho de tempo integral possa valer sómente 1.000 francos", denuncia Rechsteiner em uma entrevista concedida a "Mittelland Zeitung". Para o presidente da SGB há muitas empresas ansiosas por conseguir mão de obra barata e, se pode aproveitar a generosidade do Estado,o farão. Os trabalhadores que estão em uma certa idade que recebem as ajudas sociais deveríam " ter direito a uma retirada antecipada digna", prossegue Rechsteiner. Em relação aos jovens comenta que a administração pública devería encarregar-se de que todos êles possam ter acesso a uma aprendizagem, também quando a conjuntura econômica não seja flutuante. Rechsteiner esclarece que não tem nada contra a reintegração dos trabalhadores. A evidência é que os sindicatos apoiam projetos de integração no mercado de trabalho secundário como a Fundação para o Trabalho do Cantão St.Gallen, que engloba a vários agentes sociais. Neste caso a Fundação paga todo o salário, mas também se preocupa de que não haja competência salarial entre os trabalhadores. O Estado poderia tomar exemplo desta iniciativa, declara Rechsteiner. snc português: arlete f. kaufmann |