5.600 milhões de francos para dividir entre 100.000 universitários

No ano de 2005 um engenheiro agrônomo supôs um gasto para o Estado de 94.085 francos, já que um estudante de direito sómente chegou a gastar 12.682 francos. Estes são alguns dos dados de interesse que saíram do último balanço econômico das dez universidades e dos centros técnicos de estudos superiores da Suiça.

ZURIQUE. (12.04.07) A dúzia de "fábricas de pensar" que há na Suiça gastaram no ano de 2005 - 5.580 milhões de francos suiços, segundo os custos e prestações apresentadas pelo segundo ano consecutivo pela Conferência de Universidades Suiças (SUK, em suas siglas em alemão).

Dos 5.580 milhões, 2.890, quer dizer, em 51%, se dedicou a investigação. 1.600 milhões, 29%, destinou-se aos estudos de pré-graduação e o resto se gastou nos estudos de pós-graduação, a formação complementar e outros serviços.

Mais investigação nas ciências naturais

O aumento na investigação e nas ciências exatas naturais e técnicas viram-se refletidas nos gastos. Para os 28.761 estudantes destes ramos gastaram-se um total de 2.670 milhões de francos, com 1.580 milhões de francos destinados exclusivamente a investigação.

De outra parte, a formação dos licenciados em ciências humanas e sociais foram bem mais baratas sómente 1.570 milhões de francos do total da universidade pública da suiça. A investigação neste campo obteve uma subvenção de 595 milhões de francos.

As carreiras mais caras e as mais baratas

Como no ano de 2004, as engenharias agrárias e florestais foram as que mais dinheiro precisaram para a formação de seus alunos. Cada estudante gastou em média 94.085 francos para obtenção de seu título.

Outras carreiras caras para o Estado helvético são as ciências naturais (69.880 francos por aluno), as ciências exatas (68.792 francos) e as engenharias indústrias em mecânica e eletrônica (65.969 francos).

As carreiras menos custosas são por ordem as de direito (12.682 francos), sociologia (14.466), econômicas e empresarias (15.956) e história e ciências naturais, como jornalismo (16.943 francos).

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arlete f. kaufmann

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