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Aumenta o extremismo de direita na Suiça ZURIQUE. No ano de 2006 diminuiu levemente o número de agressões racistas na Suiça, sendo que os grupos mais afetados os negros e os muçulmanos, mesmo que as últimas investigações advertem sobre a expansão de extrema direita no país. No ano de 2006 se contabilizaram no território suiço 87 agressões de tinta racista, 10 menos que no ano de 2005, com um registro total de 97 ataques, segundo os dados oferecidos pela Fundação Contra o Racismo e o Antisemitismo (GRA) e a Associação das Minorías da Suiça (GMS). Os últimos resultados dos estudos destas associações apareceram na publicação cronológica "Racismo na Suiça". Ainda que as cifras mostrem um leve decréscimo dos ataques, ambas associações mostram sua preocupação pelo crescimento nas condutas racistas frente a população negra e muçulmana e pela expansão da extrema direita. O presidente da GMS, Werner Kramer, ressaltou uma informação que a nova Lei Anti-racismo não impede todos os ataques racistas, mas que sem ela a situação das vítimas sería bem pior. No ano de 2006 a Polícia Federal (fedpol) registrou 109 delitos de indivíduos vinculados a extrema direita, dois menos que no ano anterior. Em meados de março foi apresentado um estudo de Fundo Nacional que evidenciava que um de cada dez jovens da Suiça havia sido vítima da violência de extrema direita. snc português: arlete f. kaufmann |