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O povo suiço rejeita nas eleições as

propostas do Conselho Federal

O Eleitorado se pronunciou contra a proposta alternativa”Avanti” e contra a modificação do direito de aluguel e aceitou a iniciativa que pede a reclusão para os criminosos perigosos. As sugestões do Conselho Federal e do Parlamento não se deu conta o índice de participação, com 45% se manteve nos niveis habituais.

snc português:

arlete f.kaufmann

foto: sevim civil

BERNA. (09.02.04) As cidadãs e os cidadãos suiços com direito a voto foram contra os desejos do Conselho Federal ao votar com um “não” referente a minuta alternativa a iniciativa “Avanti” e o novo direito de aluguel e com um “sim” pela iniciativa popular” “Reclusão para os criminais violentos e sexuais sem solução terapêutica”.

O povo suiço e os Estados se mostraram claramente contra os do Conselho Federal e Parlamento. Depois dos resultados das votações, o Governo do país, por boca de seu presidente, Joseph Deiss, confirmou que irá respeitar os desejos do soberano.

Fracassa o novo direito de aluguel

A revisão do direito de aluguel foi rejeitada sem apelativos. Os 64% dos eleitorados se mostraram contra esta iniciativa, sendo os Cantões de Waad, Neuchatel, Jura e Genebra os baluartes da resistência com uma porcentagem favorável ao “não” superior a 75%. O novo direito pretendia desligar o preço dos que alugam dos interesses das hipotécas e ajustar-los ao Índice Geral de Preços do Consumo, já que é o mesmo, a subida do nivel de vida o encarece.

O próprio ministro da Economia, Deiss, lamentou de que se havia perdido uma boa oportunidade para simplificar o direito de alugar e desligar dos interesses dos que alugam dos interesses hipotecários.Segundo Deiss, o direito atual é insuficiente e deve ser corrigido. A partir de agora se voltará de novo a entabular o diálogo com os atores envolvidos e se tentará apresentar uma nova proposta para consulta antes de que finalize o ano.

Clara rejeição contra a minuta “Avanti”

O debate sobre a minuta alternativa a proposta”Avanti” se solucionou com 62,8% dos votos contra e em 37,25 a favor. Nenhum dos 26 Cantões que formam a Confederação Helvética se inclinou por esta proposta, que pretendia forçar ao Governo apresentar ao Parlamento um novo programa sobre circulação em um prazo de um ano. A contra minuta exigia a ampliação e terminação da rede nacional de estradas, a eliminação das passagens conflitivas, a construção de outro túnel para o tráfico no Gotardo e melhorias no tráfico ferroviário e vias nas aglomerações.

A contra proposta a iniciativa “Avanti” foi negada devido a possiblidade de construir outro túnel para estradas em Gotardo, declarou o ministro de Tráfico, Moritz Leuenberger, confirmava que com respeito a maioria do tráfico urbano nunca chegou haver discrepâncias. O artigo a favor da proteção dos Alpes seguirá a pé, já que o Conselho Federal interpreta os resultados da votação vomo um claro respaldo do povo em direção as políticas que promovem a passagem de transposte de mercadorias das estradas a via férrea.

Um supreendente “sim” a iniciativa de reclusão

A única proposta que há aceitado a soberania suiça no domingo foi a da reclusão para os criminais sexuais e violentos perigosos que não tem a possibilidade de ser curados por via terapêutica. Os votos com um “sim” alcançou 56%. Somente os Cantões da Cidade de Basiléia e Waadt se há imposto por pouco o “não”. Isto quer dizer que tão somente duas mulheres, ambas vítimas de violência doméstica, conseguiu que todo o país aprovasse sua iniciativa.

A proposta estabelece a cadeira perpétua para os criminais sexuais e violentos que não podem ser curados. A eles também se proibem disfrutar da liberdade condicional ou de férias penitenciárias. O ministro da Justiça, Christoph Blocher, comentou que o resultado das votações é claro: “o texto que se acaba de aprovar reflete na permissividade que o cumprimento das penas dos últimos anos e mostra a desconfiança que há nas instituções e nos expertos”

Agora não resta outro remédio que cumprir os desejos do povo. “O Conselho Federal e o Parlamento estão obrigados a iniciar os trabalhos legislativos pertinentes neste sentido”, sentenciou Blocher.