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A evolução populacional nos cantões e nas grandes

regiões suiças até 2040

O Futuro depara com grandes

diferenças na demografía dos cantões

O Estudo do Departamento Federal de Estatística, que tem como título "Tendencias", indica que se mantem os índices de natalidadede, falecimento e migração dos últimos anos, a população dos Cantões Schwyz, Zug e Friburgo aumentará uns 20% nos próximos 40 anos, entretanto que a do Cantão da Cidade de Basiléia se verá reduzida no mesmo prazo em cerca de 20%. No ano de 2040, a porcentagem de pessoas idosas maiores de 65 anos que vivem no Cantão Nidwalden passará a ser de 13% a 28%. No Cantão da Cidade de Basiléia este censo será menor, passando de 21% a 23%. Em quatro décadas 25% da população suiça estará a cima da idade de pensão, quanto hoje este grupo representa 16%.

snc português:

arlete f.kaufmann

foto: mehmet gürz

O futuro demográfico que prevê o Departamento Federal de Estatística nos vai trazer para os próximos decênios um escasso crescimento populacional, mudanças importantes nos grupos de idade e a manutenção de uma alta porcentagem de estrangeiros. Mas, o que significa tudo isto concretamente para o crescimento populacional dos cantões? Para responder esta pergunta e baseando-se nos dados populacionais do ano 2000, o Departamento de Estatística publicou pela primeira vez as previsões demográficas para os cantões e grandes regiões da Suiça.

A evolução populacional será muito distinta segundo o cantão O estudo "Tendencia" assinala que a população residente na Suiça aumentará do ano de 2001 até o ano de 2040 uns 2%. No ano de 2026 haverá 7.556.000 pessoas vivendo na Confederação Herlvética, a partir daí, e até 2040, se produzirá uma diminuição da população permanecendo o censo em 7.431.000 pessoas. A evolução demográfica será de todas as formas distinta em cada cantão. Devido a migração internacional, o Cantão Schwyz terá uns 23 % mais de população, entretanto nos Cantões de Zug e Friburgo, tambem pela imigração e o aumento de natalidade, experimentará um aumento populacional de 22%.

O Cantão da Cidade da Basiléia,ao contrário, sofrerá uma diminuição demográfica de 20%, e o mesmo sucederá aos Cantões de Glarus e Uri, com uma baixa no censo de 18% e 15%, respectivamente. A perda de população nestes cantões se deverá principalmente a uma balança negativa na migração intercantonal, a redução em número de nascimento e em crescimento em casos de falecimento, e a geração dos sessenta, conhecida por "Baby Boom", se fará cada vez maior. Os cantões mais habitados seguirão sendo Zurique e Berna, mesmo que a evolução será distinta: em Zurique a população aumentará em 9%, entretanto em Berna descerá 12%.

O envelhecimento será tambem diferente

Em porcentagem populacional as pessoas com mais de 65 anos aumentará de 16% no ano de 2001 a 25% em 2040. Este grupo de idade passará de 1.124.000 a 1.830.000 pessoas em 2040, o que se supõe 700.000 idosos a mais. O Cantão com a população mais envelhecida será Uri, com uma porcentagem de retirados de 31%. Isto se deve a emigração dos jovens a outros lugares e a uma taxa de natalidade insuficiente. O cantão com menos pessoas idosas, uns 20% será em Genebra, que se aproveitará de grande quantidade de jovens estrangeiros. Graças a imigração, os cantões na cidade não envelhecerão tanto. De todas as formas, se fizermos uma classificão por números de idosos, o cantão Zurique estaria encabeçando no ano de 2040 com 297.000 (em 2001:187.000), seguido de Berna com 235.000(em 2001:163.000). A taxa de pessoas com mais de 65 anos permanecerá nos cantãos em uns 22% e uns 28%, respectivamente. Se se compara a porcentagem de pessoas idosas com as pessoas de idade ativa, é dizer entre os 20 e 64 anos, este pasará de 25% a 45%.

As diferenças serão consideráveis dependendo do cantão, em Genebra os níveis estarão em 35%, e no Cantão Uri a taxa chegará a 62%, em Berna será de 53% e em Zurique de 38%.

Alguns cantões terão mais estrangeiros

Em vários cantões a quota de cidadãos estrangeiros seguirá aumentando e em outros estabilizará a um nível alto.Na Cidade da Basiléia a porcentagem escalará de 28% em 2001 até 34% em 2040. Ademais as crianças estrangeiras entre 0 e 14 anos representará durante este periodo cerca de 40% do total. Em Genebra a proporção de estrangeiros baixará de 38% a 33%, por causa das nacionalizações e uma imigração descendente.No ano de 2040 a população estrangeira comprenderá entre 22 e 24 da população total residente na Suiça. Em Berna se prevê que esta porcentagem aumentará de 12 a 15%.

A população se concentrará nas grandes aglomerações

A característica principal do estudo "Tendencia" é que durante as próximas quatro décadas se produzirá uma massiva concentração de população nas grandes aglomerações.Isto irá unido a perda de população nas regiões da periferia. Os movimentos migratórios se dirigirão maioritariamente nos cantões com grandes cidades, provocando um aumento da população nos núcleos urbanos e uma descida da mesma nos demais cantões. As regiões rurais não somente sofreram um exôdo de suas gentes, senão tambem um aumento do número de mortes e uma diminuição de nascimentos.

A baixa natalidade dos últimos 30 anos fez com que as gerações não se vêm substituidas totalmente e que cada vez haja menos mulheres em idade fértil. Esta tendência se vai manter no futuro. No Cantão de Berna, por exemplo, em 1990 havia 76.000 mulheres com idade entre os 25 e os 34 anos, em 2001 este número havia descido até os 64.000, portanto que em 2010 tão somente será umas 57.000.A baixa na taxa de nascimentos se verá acentuada por uma descida do números de filhos nas zonas rurais, que sempre tiveram médias superiores aos da cidades. A situação será todavia mais grave quando pelo ano 2025 a geração de "Baby Boom" cheque a idades de possivel falecimento. A falta de população se poderá aliviar pela entrada destes cantãos de movimentos migratórios estarngeiros, mesmo que se queira que esta possibilidade poderá parar o inevitável descida populacional.

Os cantões estão diante de grandes desafios

As mudanças demográficas previstas para os próximos 40 anos poderão colocar os cantões diantes de grandes desafios. O progressivo envelhecimento da população e a redução em porcentagem de jovens trará consequências significativas em distintos campos como a educação, a saúde, o mercado de trabalho, a segurança social e a e a qualidade de vida. Nos cantões com uma alta porcentagem de população estrangeira haverá que concretizar de que maneira se integram estas pessoas e decidir se é necessário reformar o sistema educativo. As regiões periféricas, ao contrário, terão que encontrar soluções para evitar o exõdo demográfico e atrair novos grupos populacionais.